Os meus dedos tacteiam o teu corpo como penas, desenhando no cálido da tua pele os caracteres com que te dedilho a suor e desejo. Escrevo-me em ti. Obcecada. Cabeceio nos teus braços. Como-te com os olhos, com os lábios, com a língua, com os meus dedos que ainda te escrevem, se tatuam na tua pele, depenam-te de mansinho os pêlos que se irisam por entre as minhas impressões digitais, agora letras. Letras vermelhas. Ou então cor de fogo, não fosse esta febre, esta quase loucura, que me sorve, sorvendo-te até não sobrar nada. Ou até começar um novo exercício de caligrafia…
Outubro, 3
Outubro, 3 at 9:58 pm
Os malandros dos blogues enchem-nos de desejo. 😉
Outubro, 3 at 10:13 pm
Raios! Meti água no sms não foi?
😀
Outubro, 3 at 11:30 pm
o que vale é que as sms’s são baratas. há por aí tarifários bem bacanos.. 🙂
Outubro, 4 at 3:38 pm
Como se costuma dizer: sms. 😉