Tudo se afunila num tempo cada vez mais curto. As ordens das prioridades não nos permitem grandes devaneios. Mesmo que a vontade de repouso seja grande. Mesmo que até já se tenha aprendido a fazer paragens estratégicas nas rotinas. Ainda assim, o tempo continua a fugir-nos, como grãos de areia por entre os dedos.
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- Outubro, 17 at 2:29 pm
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