Li – ou ouvi – algures que a esperança média de vida tenderá a cair no futuro e não a subir ad eternum. Não me surpreende. A geração que tem hoje filhos pequenos deve ter sido a última a comer produtos realmente naturais, a beber água realmente potável, a ter um ar realmente respirável e um sol que não a queimou disfarçadamente até aos ossos. Também deve ter sido a última a conviver com infecções que não se mostravam resistentes aos antibióticos ou teve de lidar com os efeitos de um clima que já mudou mais do que seria esperado e desejável. Mas pelo menos parece que morrem cada vez menos nas estradas…